Este filme retrata mais uma insanidade de um governante americano, provocando no espectador reflexões inevitáveis a respeito da ocupação do Iraque, de sua real necessidade e claro, dos perigos aos quais o país expõe seus soldados. Pode-se chegar à conclusão de que tal ocupação diz respeito mais a interesses financeiros e de afirmação de poder, do que propriamente a busca da democracia, que os mesmos dizem defender com unhas e dentes. Penso que a retirada das tropas, seja ela gradual ou não, acabaria sendo imprescindível, não somente por ser uma promessa política de Obama, mas para qualquer governante, da visão que fosse, seria intolerável a pressão de ver milhares de sacos pretos, cheios de corpos, descendo dos aviões da força aérea, todos os dias. Pois essa é a principal imagem e conseqüência de qualquer guerra ou *intervenção arbitrária*. Pense nas famílias recebendo de volta os corpos dos filhos, aleijados e em sua maioria, totalmente desequilibrados. Dirigido por: Kathryn Bigelow- ( Cá pra nós, esse filme foi uma verdadeira apologia à loucura !...)

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